É de praxe São Paulo se vender como tendo a melhor gastronomia do Brasil. Em qualidade e, sobretudo, variedade. Infelizmente essa maravilha da cidade-que-não-pára quase pára de madrugada.
Criei essa feira por entender que existe uma grande carência de opções neste formato em São Paulo. Como uma cidade tão grande e tão viva tem uma oferta gastronômica tão reduzida após a meia-noite?
O chef Checho Gonzales, da Cebicheria Gonzales, planeja, pelo menos uma vez por mês, manter a boa gastronomia até as cinco da manhã na rua. Na rua, mesmo. Henrique Fogaça, chef do Sal Gastronomia, deixou Checho encher o pátio de seu restaurante de barracas para O mercado, evento noturno de boa comida.
Os rangos das barracadas sairão das mãos e ideias de:
- Alexandre Leggieri e Herbert Bierwagen, da Cannoleria: servirão cannolis
- Carlos Ribeiro, Na Cozinha Restaurante: buraco quente
- Checho Gonzales, Cebicheria Gonzales: anticuchos e cebiches
- Daniela Bravin, Bravin: vinhos e coquetéis
- Dagoberto Torres, Suri Ceviche Bar: arepas
- Deepali Bavascar, Sabores da Índia: samosas vegetarianas
- Henrique Fogaça, Sal Gastronomia: sanduíche no pão ciabata com carne seca desfiada, azeite de gengibre, queijo de cabra, tomate e rúcula
- Janaina Rueda, Bar da Dona Onça: arroz de puta rica
- Lourdes Hernandez, Casa dos Cariris: tostadas, margaritas e enchiladas
- Marcos Carnero, Pão filosófico: pães
- Pipa e Kerstin, Comida de Papel: burgueres
- Rene Aduan Jr., Alma Rustica Gastronomia: defumados e hidromel
- Tibira, Caos: coquetéis
Os preços variam de R$5 a R$20 ou, como é comida na rua, de cinco a vinte pilas ou mangos.
De graça, projeções, sets musicais e o acervo da Galeria Vermelho.
Estaremos lá, com nossa tropa de fiéis amigos e doidos.

1º Festival Vegetariano do Grande ABC





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